segunda-feira, novembro 08, 2004

Não há Coincidências

Quantas vezes te deste conta
Que o que querias veio ter contigo
Porque esforçaste
Porque persististe e o pensaste?

Quantas vezes os teus medos
Tomaram forma diante dos teus olhos,
Porque foram nascidos dentro de ti
E por ti cultivados até exaustão?
Não há coincidências e tu sabe-lo bem
Não há coincidências e começas
A mudar o teu destino e a ler os sinais.
Começas agora a perceber
Que as resposta que precisas
Que o queres que o aconteça
Está dentro de ti
Está também nas tuas mãos.
Esta manhã lembrei-me de Yonёe:
A profetiza do Mussulo.
Ela dizia: “ Chê Minina,
Olha lá o qui tu vai pedi à Gamanzambi
[Deus] eli podi muito acertadamente
Li concedê “.
Àfrica é mãe de Sabedorias
Que _______ o que tu e eu já sabemos.
É que não há mesmo coincidências.
O que nos intriga, alegra e por vezes,
Inevitavelmente nos faz também
Sofrer.

Peter Lee Dolphein
1/12/2003

81 Comments:

At 5 de março de 2008 às 18:21, Anonymous Anónimo said...

I believe you will have a nice surprise with those tomatos that you sent to me, rosie. we wont see eachother now but i will make contact prety soon with sound and hot weather. stick around. over and out. this was london radio, ready for rock and rool. the party has just begun. the best is yet to come. cetus petrus.

 
At 5 de março de 2008 às 18:31, Anonymous Anónimo said...

thony, ma man, you are as smart as a fox.now, how come a locksmith will be able to do the thing you told me? like i told you I'm gonna kick his ass. I want it so bad that i can taste it.he is about to discover what a bird can do with a silver coin.it will be like in the old times. remember the "red apple"? it will be better. believe me I Know about the subject...and you know as much as the old bird.megaptera novangliae.

 
At 5 de março de 2008 às 18:39, Anonymous Anónimo said...

oi peter, mi diga:voçê consegui meismu plantá essa coiza das arfaci e couvi i tudo koçê kizé?tou precizandu num tratu na miha orta. ôçÊ pódi vi essi fim di semana? tou tis pérandu, tá?mi liga, Vái? Doriléia, seu xúxú daz amérika.bóta akely pérfuminhu gostôso kôçê kompra na espanha, tá?vê si não esqueci, tá.

 
At 22 de março de 2008 às 07:01, Anonymous Anónimo said...

Dolphins do not get older...
THEY JUST GET BETTER.
At the place I come from they say:
"BEWARE OF DOLPHINS...
THEY DO OFTEN KILL SHARKS"

Tursiop truncatus

 
At 5 de abril de 2008 às 06:05, Anonymous Anónimo said...

Poetry is like music and Painting is like Rock'n roll.It just hapen's that I became an addict of both.We are the same, Peter. I like your atitude. go on. Shanaya.

 
At 11 de novembro de 2008 às 16:35, Anonymous Anónimo said...

You see, Peter, we would like to be there with you, and we will be next to you. remain calm. Help will come soonner close to you. Take and enjoy your hollidays. SVEN HAARK.

 
At 12 de novembro de 2008 às 09:54, Anonymous Anónimo said...

ajvera akdey meg duefa. Kind of blue velvet and iron melting. Stay cool.Mama Bear.

 
At 19 de dezembro de 2008 às 21:21, Anonymous Anónimo said...

Dóriléa, Cadê Voçê?
Num Vem ki num tem. Kuand'óçê vem kâ farinha eu já tou levandu u bôlu. Eu ti kônheçu doutrus Karnaváíz. Mi diga...tu tá zangadu kum éu Pokê? Mi liga Vái, num faz dôce comigo. Eu conheçu meu gàdu.Piterr.

 
At 7 de janeiro de 2009 às 13:36, Anonymous Anónimo said...

"300"

Para aqueles que gostam de vibrar com emoções fortes no ecrã de um cinema ou no aconchego de seus lares, este é um filme incontornável. Com a Realização de Zack Snyder e Argumento de urt Johnstad e Fotografia de Larry Fong,somos surpreendidos por um Épico Visual fora do comum. Não é um filme aconselhável a pessoas impressionáveis.Na contracapa do DVD a que tive acesso hà uma alusão histórica à Batalha de Termópilas. Não sou conhecedor nem especialista versado em História Grega mas fiquei perfeitamente seduzido pela intensidade do filme. O Rei Leónidas é personificado pelo actor Gerard Butler. Fabuloso.O Espírito de Esparta e o "Ser Espartano" não poderiam ter encontrado melhor actor e representante. Algo de Mágico é tambem personificado por Rodrigo Santoro, na figura de "Xerxes" liderando o Império Persa. Ver este filme não implica ser um adepto da Violencia ou propagador da mesma. Significa antes demais, conhecer algo inerente à Natureza Humana; a Violencia, em nós existente. Conhecer a crueza das imagens e o que elas apresentam e representam (contidas neste épico)implica saber que na Antiguidade e ainda Hoje, aquilo a que chamamos "Homem" pode representar o Bem mais Sublime e o mais Terrível no Mal.Quando os Valores que movem o Homem, se tornam na sua Missão de Vida, o papel para o qual foi talhado, pode, não raras vezes revestir-se de uma Violência exponenciada ao mais alto grau. Não sendo um adepto da Violência, fiquei rendido à Coragem dos Homens e Mulheres de Esparta e à sua mítica disciplina guerreira e cívica tendo noção que hà um enquadramento histórico que justifica tão polémico quão extraordinário filme que tem por título.... "300".

Texto de :Critical Peter

 
At 8 de janeiro de 2009 às 13:39, Anonymous Anónimo said...

Last night I was not able to sleep...There was a lot of memories in my mind, so I switch on the radio. No problem about the noise, 'cause I don't have anyone living close to my door at the moment and there she was... again, on the radio. I was glad and did my own rap about that song.And it goes like this:

"RAIN DEVICE"

"No cloudes
in my dream!...
Shining Sun
And sharping wind
They were come to stay.
...And the radio on
Out loud
Was screaming a hot song.
Something about
Umbrella
Hê-Hê-Hê-Hê...
It was kind a Medley
And rappers were doin'it.
Something about
A Dolphin boy
That used a strange toy
And the toy was named
Umbrella
Hê-Hê-Hê
Héllá-Héllá-Héllá...
And it was frozen outside
And I saw people using them.
Blue and grey
They were willing topay.
Dark and Green
Like if they were a teen
And they were singing
Something about
Umbrella...
Hélá-Hélá.
And She said
Hard Rains were about to fall
And we would need:
...The Umbrella
Héllá-Héllá
Hê-Hê-Hê....


Thank you, Rhyana!

Author: Lee Dolph.

Braga/Portugal-------01/2009

 
At 11 de janeiro de 2009 às 22:08, Anonymous Anónimo said...

OK! So you can watch me, then what? What else is new? Tell me something I don't know. Remember the Trojan horse? In Menphis,someone told long ago: You can run but you can not hide...unless you're a Fin. Then you are able to pay back time. Forget about"Vendetta" Vicktor. we were born to survive. that´s it. See yah. Cetus.

 
At 23 de abril de 2009 às 14:49, Anonymous Anónimo said...

Watch out Ladies, the Dolphin is back in town.Peter Lee Dolph, the one and only, in the flesh.I'm ready to rock, I'm ready to roll and Here I am to make you feel good.

 
At 12 de junho de 2009 às 15:07, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 12 de junho de 2009 às 15:08, Anonymous Anónimo said...

Hi Burk.You told me I was wrong, OK. But let me tell you something: It's amazing what we could do with a low budget. Don't you agree? Tiagus Semper.

 
At 11 de julho de 2009 às 08:33, Anonymous Anónimo said...

OLD DREAM

She told me
That it would
Take all night!
She told me
It was forever
And it would
Ever last.

I got the feeling
She was speaking
The truth...
But inside of me
I knew...
She would fly.

And She flown
And I cryed
And I wispered Her name,
Over and over again...
But the only thing
That remains
Is the scent of her skin
And the sound of her voice
Inside of me,
Because the Love we had
Died
Long Time ago.

Author:Peter Lee Dolph
Braga/Portugal----10/07/2009

 
At 11 de julho de 2009 às 08:35, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 26 de julho de 2009 às 20:06, Anonymous Anónimo said...

"Lenga-Lengas" de Portugal:

Era uma vez
Um porquinho chinês;
Tocava piano
E falava Françês.

Era uma vez
Um Porquinho Inglês
Tocava guitarra
E cantava tirolês.

Era uma vez
Um porquinho Holandês
Comia muito queijo
...E falava Português.


Recolha e adaptação: Pietru Cetus

 
At 7 de agosto de 2009 às 20:28, Anonymous Anónimo said...

MARIA

Sim,
Eu gosto
Desse teu jeito de andar.
Sim, sim
O teu olhar
Quando me olhas e sorris
Daquele jeito safado.

Sim,
Esse teu perfume
Essa tua pele
Quando me acordas
De manhã,
Entontecido ainda.
Sim,
Já lá estive
Nesse lugar onde te banhas
Ao Luar e desnuda.
Sim,
È verdade...
Completamente louco por Ti
E por esse teu
Amado querer
Completamente seduzido
Quando Altiva e Segura
Em seus olhos lhes dizes:
"ESTE É O MEU HOMEM"

Autor:Peter Lee Dolph
Braga/Portugal---------07/08/2009

 
At 28 de agosto de 2009 às 16:10, Anonymous Anónimo said...

PODEROSA

Preso
Para toda a vida
Por tanto
Por tão pouco

Preso
Numa Eternidade,
Por de ti gostar
Onde só tu
Fazes minha Saudade
Dentro do meu coração
Que Ama e Sofre...
Que pede teu Perdão
E que nunca soube
Uma outra forma
De Sentir e Viver
Uma outra Força
De a Vida abraçar
Uma outra força
De só a ti te poder Amar
Porque só tu
Fazes sonhar
E só tu podes
Fazer voltar
O Sonho à minha Paixão
Quando o Vento
Teu nome sussurra
Quando o Luar meus olhos Marujam
A Verdade vem outra vez
E Eu juro que nunca mais
Outra como Tu haverá.

Author: Peter Lee Dolph.
Braga/Portugal-----26/08/2009

 
At 31 de outubro de 2009 às 12:38, Anonymous Anónimo said...

George, like I said there are several signatures on my draws. You'll see: Pêdru,Phedrus, LeeDolph and Petrus. They all belong to the same Dolphin, named; Peter Lee Dolphein. Please spread the word. I need to sell some draws before Kxmas.

I know I do some funny wrinting, but it ain't wrong, that's just the way I Like to do( Kind of borderline). Pêdru.Braga/Portugal

 
At 31 de outubro de 2009 às 18:00, Anonymous Anónimo said...

QUANDO VIERES

Quando vieres
Tráz os teus cabelos
Soltos e acastanhados
Para que eu me lembre.

Quando vieres
Não esqueças
O teu perfume de laranjeira
Que tanto me encanta.

Quando vieres
Tráz a Lua tambem
E contigo o Vento
Cantando essa Paixão
Que me enlouquece
De Amor por Ti.

Quando vieres
Fala-me
Com a tua vóz quente
E por favor não te esqueças
De me dizer outra vez
Que ainda me Amas.

Autor: Peter Lee Dolph
Braga/Portugal-----------31/10/2009

 
At 31 de outubro de 2009 às 18:05, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 1 de novembro de 2009 às 14:49, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 7 de novembro de 2009 às 18:01, Blogger Peter Lee Dolphein said...

Este fim de semana veio com chuva e vento. Estando em casa peguei num DVD que se tornou emblemático e de culto para mim: "Black Snake Moan".A "Paramout Vantage" produziu com a mão mestra de Craig Brewer, algo fora do comum.Num ambiente tipicamente sulista temos um desfilar de talentos invulgar.No papel principal, o "gigante" Samuel L. Jackson, Christina Ricci e Justin Timberlake. Christina Ricci terrivelmente emblemática e poderosamente cativante. Este não é um filme fácil. A componente social e religiosa própria do Sul dos Estados Unidos é algo poderoso e dramático de entender e aceitar. Ao ver"Black Snake Moan" fui inevitavelmente atraído pelo nome de Samuel L. Jackson. Lembram-se de "Shaft", "Jumper" ou até "Pulp Fiction"?. Este Homem é um actor memorável cuja interpretação neste filme faz estremecer quem aprecia a sua obra ao longo dos anos nos cinemas e televisão. Os "Blues" estão lá, com toda a sua força, todo o seu drama e vitalidade enquanto expressão musical e religiosa, abarcando a parte social de forma ímpar tambem.É um retrato que julgo ter tanto de fidelidade como de sofrimento, na pele de um povo sofrido pelas provações que a História e os Homens lhe incutiram. O papel de Justin Timberlake vem dar algo de novo ao publico que se habituou a vê-lo nas lides musicais fazendo tambem dele uma agradavel revelação de talento e expressão artística que não a nível musical.Um dia a História lembrará Samuel L. Jackson como um dos melhores actores americanos, que neste filme, ao que julgo saber, é uma produção independente, fez algo verdadeiramente assombroso: personificou o bem e o mal existentes em todos nós com uma intensidade invejável, como só ele poderia fazer. O drama social retratado faz deste filme uma referência de vanguarda e de culto . A banda sonora é algo de genuíno e poderoso, que nos toca por dentro.Craig Brewer é um nome a fixar e torna-se numa espectativa quanto à sua próxima obra.Ao pegarmos no DVD podemos facilmente aceder ao menu e no "Making off" poderemos perceber então o porquê dos BLUES enquanto manifestação cultural , religiosa e musical tão sabiamente orquestradas nete filme. Poderá haver sofrimento e talvez violencia, talvez de mãos dadas para espelhar o que no título em Português foi apelidado de:"REDENÇÃO". Aconselho o seu visionamento sem a presença de crianças pois trata-se de um filme que pelas suas características deverá ser visto por um publico adulto. Não percam.

Autor: Critical Peter
Braga/Portugal---Novembro de 2009
Publicado no jornal "Tribuna Pacense", página 10, na secção "Tribuna Livre" em 5 de Novembro 2009

 
At 15 de novembro de 2009 às 21:33, Anonymous Anónimo said...

SONG 4 KATE

Eu vivo
Um Amor
Impossível para nós.

Nós que o sabemos
Nós que não o dizemos.

Posso ouvir
O teu respirar
Posso sentir
O teu perfume no pátio.

Ela foi Czarina
Na Rússia reinou
E todos os meus momentos
Com ela passados
Parecem um sonho.

Não consigo olha-la
Sem meu coração sonhar
Sem minha Alma Chorar.

Todos os dias
Agradeço
Os eternos segundos
Em que fecho meus olhos
E tudo se transforma
Em seus olhos,
Em sua vóz.

Tua face vejo
E continuo a ter
Saudades dos teus olhar,
dos teus olhos
Cintilantes e castanhos
Enquanto perto de ti sofro.

Poderia ser Maccloud
Mas para sempre
Ninguem consegue viver
Sem o teu Amor
Kate...

Autor: Peter Lee Dolphein
Armação de Pêra/Algarve---Portugal
1989--- Agosto

 
At 6 de janeiro de 2010 às 21:36, Anonymous Anónimo said...

Once...We were Warriors, there, in Gayha. Now we are dolphins, waiting 4 the gathering. Yonee will come in blue.Be ready, there will be hard rains falling down.Keetae Mammal.

 
At 6 de janeiro de 2010 às 21:43, Anonymous Anónimo said...

Lenga-Lengas de Portugal-2


O lume
Está àrder
O lume
Está àrder
Deixai-o arder
Deixai-o arder.

O arroz
Está cru
O arroz
Está cru
Deixai-o cozer
Deixai-o cozer.

Dizem
Mal de mim
Dizem
Mal de mim
Deixai-o dizer
Deixai-o dizer.

Recolha oral,em seu seio familiar por Lee Dolph.

 
At 9 de janeiro de 2010 às 13:11, Anonymous Anónimo said...

Cantilenas-de-Portugal 3

Os versos que vos deixo de seguida fazem parte do imaginário lúdico das crianças em Portugal.Gerações de crianças cantarolaram estes versos. Esta recolha, apesar de não possuir acompanhamento melódico ou partituras estruturadas, têm só por si uma melodia e sonoridade encantadoras.Ficam aqui apenas algumas palavras, talvez as mais revelantes, (pois são exactamente os versos do refrão)dessa bela canção infantil que alguns apelidam de "O meu chapéu."

O MEU CHAPÉU
TEM TRÊS BICOS
TEM TRÊS BICOS O MEU CHAPÉU.
SE NÃO TIVESSE TRÊS BICOS
O CHAPÉU NÃO ERA MEU...

Recolha via oral por LEE DOLPH:
Braga--09/01/2010

 
At 9 de janeiro de 2010 às 13:31, Anonymous Anónimo said...

CANTILENAS DE PORTUGAL 4
Os versos que vos deixo de seguida, são de raíz popular, concretamente da Região do Minho, em Portugal e fazem parte de um reportório que é executado com musica e instrumentos tradicionais, tais como:Acordeão,cavaquinho, viola Braguesa, "Rec-Rec" e em alguns casos acompanhado por "caixas"(pequenos tambores circulares de percursão com baquetas). Nas Romarias ou Festas Populares, o profano e o Sagrado fundem-se harmoniosamente e é vulgar ver e ouvir estas manifestações populares musicias em palcos,nas imediações das igrejas ao ar livre. Os nossos cantores populares fazem então a difusão da alegria melodiosamente conquistando a atenção dos Minhotos que frequentam estas Festas Religiosas e Populares designadas por "Romarias". Estas Festas têm um forte vinculo Religioso e são geralmente em Honra de Santos Padroeiros dentro das práticas Religiosas do nosso Portugal.

"VERDE GAIO"

AS PENAS
DO VERDE GAIO
SÃO VERDES E AMARELAS
AI VERDE GAIO
VERDE GAIO TRÁZ-TRÁZ
AI VERDE GAIO
VERDE GAIO TRUZ-TRUZ.

AI VERDE GAIO
QUE É DO MEU RAPAZ
AI VERDE GAIO
ESTÁ PRÓ BOM JESUS

AI VERDE GAIO
ESTÁ PRÓ BOM JESUS
AI VERDE GAIO
ESTÁ PRÓ BOM JESUS.

AI VERDE GAIO
FOI PARA O SAMEIRO
ELE FOI PRÁ LÁ
GANHAR DINHEIRO....

Recolha oral de Lee Dolph.
Braga/Portugal----07/01/2010

 
At 9 de janeiro de 2010 às 15:32, Anonymous Anónimo said...

QUERIDA

Tinha
Aqueles sonhos
De Te mostrar o meu querer.

Sonhava
Voar e brilhar
Ao Sol da tua inocência.


Quando senti
As tuas lágrimas
Pude acordar
E dizer:

Eu não preciso de ser Rico...
Eu já sou rico,
Pois Tu és
O mais precioso tesouro.

Eu não quero ser adorado
Pois amado já o sou
E por Ti fielmente guardado
Em teu terno coração.

E o Tempo?
E os Sonhos?
E os Projectos?

Tudo passa,
Tudo passou
Mas ainda Vivo
Mas ainda Amo
E ainda quero aquela
Que meu coração cativou...

Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal/8 de Janeiro de 2010

 
At 23 de janeiro de 2010 às 14:06, Anonymous Anónimo said...

DIZ-ME POETA!

Diz-me Tu,
Poeta da Madrugada,
O que sentem Eles
Quando o Amor enaltecem.

Diz-me Tu,
Se essa Angústia
Faz florescer a Emoção
E se suas tortuosas insónias
São tambem
Povoadas pela Razão.

Diz-me Tu,
Quando Eles
Esfomeados de Amor...choram,
Pedindo e mendigando
Teu Coração e Teu Amor,
Se alguma vez
Se salvarão
Se alguma vez
Saberão o que tu sentes.

No Sentir
Da tua mão
Guardam um louco Amor
Que d'ele
Escolhidos e Eleitos foram
Para em teus braços se perderem.

Diz-me Tu,
Meu Irmão
O que sentem Esses Poetas
Quando falam
Com seu Coração
Cantando seu pranto
E à Lua confidências fazendo
Minorando a dor da rejeição
E a Loucura
Do seu Eterno desejar
Numa bandeja de Dor...
De frio servida.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----------22/01/2010

 
At 23 de janeiro de 2010 às 14:13, Anonymous Anónimo said...

It's good to be back home. A very special Kiss to U Andréha.Let the Love inside of you grow and blossom Like the spring in 1965. Remember Barcelona im 92? That was a good year for Dolphin's.Now that's up to you. Wish you luck. Peter Lee Dolph.

 
At 21 de abril de 2010 às 19:34, Anonymous Anónimo said...

Em Portugal, as raízes populares de cultura, musica e poesia, têm as mais variadas manifestações, nem sempre estéticamente correctas ou "embelezadas" por floridos e regras da poesia clássica. Eu gosto em especial dos cantares populares e poesia nua e crua que brota das veias e da alma deste Povo a quem chamam de "LUSITANOS". Amo-te Portugal!


O Côxo

Óh môças
Amai o côxo
Que o Côxo tambem vos ama
Olhai como ele vai
Aos saltinhos para a cama.


Recolha oral de Lee Dolph.

 
At 25 de abril de 2010 às 20:32, Anonymous Anónimo said...

Há um fenómeno, caracterizado pela ostentação subita e inositada de poder económico por parte de indivíduos tradicionalmente comedidos e carenciados a nível monetário. Quando esta circunstância ocorre, não raras vezes faz nascer a maldicencia, a intriga e a denuncia anónima e cobarde a entidades da lei e da ordem. O povo do Minho, em Portugal, com muita classe, preserverança e sabedoria, apenas comenta a situação em jeito de adágio, da seguinte maneira:


"QUEM CABRITOS VENDE
E CABRAS NÃO TEM
DE ALGUM LADO LHE VEM!"

Recolha oral de Lee Dolph.

 
At 3 de maio de 2010 às 21:17, Anonymous Anónimo said...

Através dos tempos a Metereologia a nível mundial, dá sinais de mudança, muitas vezes em ciclos que se repetem. Nas décadas de oitenta e noventa, no século passado,tornou-se um hábito chegar ao mês de Maio e arrumar os casacos e roupas aconchegantes de um Inverno recem partido.Contudo e fazendo justiça à velha sabedoria popular, retornou o Maio Invernoso e eis que vivemos presentemente o rigor de uma Primavera fria. O Povo Português , tambem para esta circunstância tem um dizer apropriado que passo a descrever embora rapidamente pois apesar de cheio de sapiencia e valor empírico... é curto:

"EM MAIO
COMEM-SE AS CEREJAS
AO BORRALHO".

É sabido que em tempos idos, no nosso querido Portugal, em Maio as cerejeiras davam fruto abundante. Contudo o frio não nos abandonava e era comum comerem-se as cerejas em família, junto ao "Borralho". Nas casas rurais o dito Borralho, eram restos de brasas semi incandescentes que restavam do Braseiro térreo onde se cozinhavam os manjares Minhotos em potes de ferro de três pés, normalmente numa cozinha ampla.

Recolha oral de Lee Dolph.

 
At 4 de maio de 2010 às 19:54, Anonymous Anónimo said...

ILUSÃO

Perdido na Noite
Divaguei
Mendigando Amor.
Engolindo Raiva
E bebendo Lágrimas
Chorei por Amor
E me perdi.

Sentindo
A Dor
Que de Ti saía,
Amarga e sofrida
Aprendi
Que aquilo que procurava
Estava aqui,
Eras Tu,
Era Eu...
Na Vontade
De Te Amar e acarinhar
Procurando agradar-Te
Duma outra maneira,
Duma outra forma,
Iludido por mim mesmo.

Autor: Lee Dolph
Braga/Portugal-------04/05/2010

 
At 31 de maio de 2010 às 21:03, Anonymous Anónimo said...

QUERO-TE...AINDA!


Quero dizer-Te
Meu Amor
Que já lutamos demais.

Já choramos
E já mentimos.

Já acreditamos
Que não poderia ser
Como outrora nunca foi.

Agora é Tempo
De voltar a tentar
De voltar a acreditar
Nesse profundo
E Secreto Amar.

Aquele Amar
Aquele Amor
Que eu Te dei
E que Tu ainda me dás.

Volta para mim,
Por favor!
Ainda Te espero,
Ainda Te Amo
E quero que o sintas
E quero Ainda...
Que o saibas!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----------31/05/2010

 
At 7 de julho de 2010 às 16:07, Anonymous Anónimo said...

PRETENDER

Não
Eu não fingi.

Sim
Eram lágrimas, Senhora
Quando me despedaças-te
O Coração e a Alma.

Não
Não fingi.
Senti cada suspiro teu
Sussurrando meu nome.

Sim
É verdade
Córei e senti suores frios
Quando tua mão me afagou.

Sim,
Tremi
E faltou-me o fôlego
Quando teu e meu primeiro beijo
Quentes... aconteceram.

Não
Não vou negar
Que o ciúme tambem me queimou
O Coração e a Alma
Quando outro
Te vi mirando.

Sim
Senhora minha
Eram lágrimas
Quando te despedis-te
E adeus me disses-te
Porque
Eu não fingi
Porque era verdade
E eu estive lá.

Porque era Amor
E amava
Quando contigo estive
Quando tu fingis-te
Que era Amor
O que fingindo
Acreditar me fizes-te.


Autor: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal
07/07/2010

 
At 18 de agosto de 2010 às 16:18, Anonymous Anónimo said...

ANGÉLICA

Era Noite
Estava frio
E senti Dor.
Estava escuro
E era sombrio...
Eu procurava Amor!

Solidão
De quem não tem
Paixão
De quem Ama,tambem.

Aquilo que Tu és
Veio do Céu
Com a Estrela Guia
Pedindo a teus pés
Um Beijo
Que tudo irradia,
Um Desejo
Para quem Ama
Para quem Te quer
Porque no Céu
Uma Prece foi atendida
Porque Tu és o meu Anjo
Porque Tu és a melhor Amiga
Porque Tu és...
A minha Mulher.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal----18/08/2010

 
At 16 de setembro de 2010 às 20:27, Anonymous Anónimo said...

SAUDADE

Em tudo
O que tocas-Te
Uma flôr
Desabrochou e floriu.

Em tudo
O que disses-Te
Uma canção nasceu.

Se o Tempo voltasse
Atrás
Eu poderia colorir
Essa manta de Vida
Que de Ti surgiu.

Vejo agora
O que antes não vi
Vejo um Amor
Que para sempre partiu
E desejo uma vez mais
Percorrer o caminho
E ir para onde Tu vais.


Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----15/09/2010

 
At 5 de outubro de 2010 às 17:22, Anonymous Anónimo said...

Na saula de aula a professora diz: Meninos, ontem falamos da importancia que os animais têm para nós. Vamos hoje fazer uma revisão.
-Sim Senhora Professora(diz a criançada em coro).
Prossegue então a Professora:
-Menina Paula, o que nos dá a ovelha?
- A ovelha dá-nos a lã, a carne e o leite.
-Muito bem- diz a professora
-Luizinho, o que nos dão os galináceos?
-Galiquê, senhora professora?
AS GALINHAS E OS PATOS- responde a professora algo irritada.
- Bom- diz Luizinho- temos o "Pica- no-chão, o frango de churrasco, o...
-Chega, chega... Daqui a bocado temos aqui um restaurante.Bom...
-Zéquinha, O que nos dá a vaca?
Zéquinha olha pensativo e responde: A vaca dá-nos o leite.
-Muito bem -diz a professora.
E já agora, o que nos dá o boi?
Zéquinha pensa no assunto alguns segundos e responde: o boi dá o café. A professora algo desconcertada mas não se fazendo admirada pergunta ainda: e o bezerro?
Zéquinha remata então:- O bezerro dá-nos a meia-de-leite(café com leite)
Devo assinalar que aquela ambulância que parou ao portão da escola dez minutos depois , era mesmo para levar a Professora para os cuidados intensivos do Hospital mais próximo.

Author: Peter Lee Dolphein
05/10/2010-Braga-Portugal

 
At 9 de outubro de 2010 às 20:41, Anonymous Anónimo said...

GÉMEA

Não,
Nao brilha Hoje
O Sol dos teus olhos.
Sim, faz frio
E fazes-me falta.

Ainda espero
O teu sôpro
No meu cabelo,
No meu desespero.

Sabes,aquela Mulher
Não era uma Mulher qualquer.
Foi o que Tu não quises-Te,
Foi o que Tu não fizes-Te.

Mas foi apenas
Uma tonta Aventura
Como uma chaga que cura
Todas as penas
E suplícios
Que tu me des-Te,
De todos os vícios
Que tu me negas-Te.


Fazer o quê?
Essa Mulher era mesmo
Chave de cadeia,
Daquelas que se Ama,
A Vida inteira.
E Tu...Tambem!...

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal---08/10/2010

 
At 31 de outubro de 2010 às 13:43, Anonymous Anónimo said...

Esta anedota não é um original de quem aqui a reconta. É uma anedota popular em Portugal e requer "Parental Guidance".
Recolha oral e escrita de Peter Lee Dolphein.


A PULGA DE FRITZ

Havia aquele cientista...de seu nome Fritz.

Fritz estava a fazer investigação no melhor Centro Científico de Portugal. O seu trabalho incidia sobre insectos, na vertente "Bug Behavior".

Fritz pegou numa Pulga do seu aquário de cultivo de insectos e pô-la debaixo das lentes de um potente microscópio.Observou o insecto e suas patitas laterais no seu corpo escamoso.Fritz pegou então no bloco de apontamentos e antes de escrever verbalizou uma ordem ao insecto. -"Salta Pulga".
E a Pulga saltou. Fritz sarrabiscou algumas anotações e de seguida tirou duas patas à dita cuja pulga. De seguida ordenou novamente:-"Salta Pulga".
O bichinho, côxo e desajeitado, esboçou um saltarico de pequena monta.
Fritz voltou a escrever mais algumas anotações e de seguida parte para medidas mais radicais.
Sob o potente microscópio, retira todas as patas ao bichinho que estava sendo alvo da experiência. Depois, numa atitude obstinada ordena:-"Salta Pulga".
Nenhum movimento é detectado pelo que Fritz aumenta o volume da sua vóz e vocifera:"SALTA PULGA!!".Novamente se faz notar a total ausencia de movimento por parte do bichinho.

Fritz, após algunssegundos de raciocínio efervescente redige no seu bloco de anotações: "Conclusão da experiência: Pulga sem patas NÃO OUVE!"

 
At 31 de outubro de 2010 às 14:18, Anonymous Anónimo said...

OUTONO


Começou a Chuva
Vem o Vento já esfriado
Minha Alma se turva
Sobre mim chega já
O calor desmaiado.

E depois?

Essas folhas que caiem
Para onde vão?
Nem eu nem elas o sabem
Guardadas em meu coração
Lembranças de Ti estão.
Do Inverno
As portas se abrem.

E depois?

Vem o Natal brilhando
Vem o Tempo de Luz
Onde as crianças brincando
Relembram a Jesus
Onde dar mais um pouco
Onde tudo comprar
Faz de mim um Louco
Entontecido por Amar
E querer tambem Dar.

E depois?

Depois é abraçar
Em Primavera Florida
Em Verão a começar
Em Vida a girar.

Porque o Outono
Pode ser apenas
Um começo
Um Início
De tudo o que desejamos fazer
E não queremos ver.
Porque Amar
È ir e voltar
Com coragem
Para sofrer
Nossa Dor e de outrem,
No querer Dar
Desejando Amar
Fazer o que
Pode ser feito
Pois a roda não para
E o calor
Está dentro do peito
Esse Calor
A que chamamos...AMOR!

Author:Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal----31/10/2010

 
At 23 de dezembro de 2010 às 16:56, Anonymous Anónimo said...

Steephen, you do what you got 2 do. I've been told 2 B there and I need Some help. Can U do it 4 me? Thanh U. Peter Lee D.

 
At 23 de dezembro de 2010 às 16:58, Anonymous Anónimo said...

Sven, I need some assistance on seed's. Can you send me some information? Use the usual channel. Lee Dolph.

 
At 13 de janeiro de 2011 às 20:34, Anonymous Anónimo said...

AMOR SAUDADE!

As coisas que fizemos,
Meu Amor...
As coisas que dissemos,
Por favor...

Seriam assim
Tão Cruéis e Verdadeiras?

Seriam assim
Necessárias e Primeiras?

Lembra-Te
Do meu olhar procurando.
Lembra-Te,
O nosso Sonho amando.

E o que foi
Que falhou?
E o que foi
Que não aguentou?

Nós dois já o dissemos,
Nós dois já o fizemos.
E agora o que restou,
Foi a Lembrança.
Foi o Desejo
E o Pranto
De quem sofre
Para sempre Amando.

Vem,
Vem outra vez,
Banhar-me com teus olhos...
Tocar minha Alma
Com os teus belos Sonhos
Em Madrugada Alva
Onde dissemos um ao outro
Que era Verdade
O Amor...

Sei
E Tu sabes tambem,
Que este Sonho
Jamais vem
Jamais volta outra vez
Para que Te possa dizer
Que foi Verdade,
O Amor!

Author:Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal----10/01/2011

 
At 12 de fevereiro de 2011 às 17:21, Anonymous Anónimo said...

MYSTERIOSA

São sete e meia.
O impulso é irresitível.
Tenho de abrir a janela,
Quero ver
Aquele andar perfumado
E sentir o som Mágico
Daqueles olhos ao nascer do dia.

Ao fim da noite escuta música
E consigo perceber uma Paixão
Que o som do Jazz alimenta
No seu velho Gravador.

Ninguem diz
Que aquelas vestes dos sessenta
Escondem Helénicas formas.

Ninguem repara
Quando de manhã
Ela lê Sartre tomando chá.

Ninguem vê
Que a Solidão mora com ela.
Mulher feita, Mulher madura
Que faz sonhar
Sem existir.

Um dia, subirei as escadas
E à porta do terceiro esquerdo
Dir-lhe-ei,
Que tambem eu
Estou cansado de estar só.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------11/02/2011

 
At 20 de março de 2011 às 17:33, Anonymous Anónimo said...

Encontrar...esta Noite!

Sem Medo,
Sem Dor.
Com Teimosia.

Procurar todo o Dia
Sonhar toda a Noite,
Saindo e entrando
Nessa Loucura
De Ti gostar.

Sem Dor,
Sem Medo.
Passar a porta,
Abrir a fechadura
Da Caixa de Pandora.

Esta Noite,
Serei outra vez Teu.
Esta Noite
Voltarei a dar-Te
O mesmo Remédio,
O mesmo Veneno
A mesma Coragem
De Te ter
E de Te desejar.

Esta Noite
Voltarei a dar
Voltarei a Encontrar,
Procurando por Ti
Esperando Encontrar
O que preciso Ter,
O que preciso...
Para Te encontrar!


Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----17/03/2011

 
At 27 de março de 2011 às 15:52, Anonymous Anónimo said...

EU TE agradeço...AMOR!


Esse teu sorriso
Fez de mim
Um Homem novo.

Esse teu Carinho
Mudou a Tristeza
Do meu Coração
Dando a Beleza
À minha Oração.

Orei por Ti
E para Te encontrar
Chorei e senti
Que ao encontrar-Te
De novo vivi.

No fim do Dia
Quando a Noite vem,
Quando já não há ninguém
Tenho Conforto,
Tenho Esperança.

Onde Tristeza havia
Mora agora Consolo
Mora agora Alegria
E Tu estás lá
Onde sempre Te procurei
Onde por Ti
Sempre esperei.

Eu Te agradeço
Senhora minha
Porque o Amor encontrei.

Eu Te louvo
Amor meu
Porque outra vez chorei,
Desta vez de Emoção
De Amor Louco
Encontrado em Ti,
Em Esperança Partilhada
Por nós em aconchego
Deste imenso Turbilhão
Que faz do Mundo Ilusão
E no entanto...
Também vivido
Em nosso Coração!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------26/03/2011
www.peterleedolph.com

 
At 27 de março de 2011 às 20:00, Anonymous Anónimo said...

PERDOA-ME

Perdoa-me
Peregrino do Além.
Desculpa-me
Amigo magoado.

Queria Amar alguém
Sem Te ter ultrajado.

A minha Sofreguidão,
O meu Orgulho,
Fizeram de meu caminho
Erros em Sucessão.

Porque ninguém
Me avisou
Que Cuidado era preciso,
Para que Amando
Não pisasse ou destruísse
Corações chorando
Por Amor desejando,
Para que existisse
O Sonho e o Calor,
E a Fome de Amor
Saciar.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------27/07/2011

 
At 2 de abril de 2011 às 20:41, Anonymous Anónimo said...

FLÔR

Flôr minha!
Tão Doce, tão amarga.

Flôr do meu Coração
Tanta Dor...Ilusão!

Soube que vieste
Ao Mundo procurar
O Amor negado,
Vieste para Sonhar
Aquele por Ti amado.

Flôr do meu contento
Só tu podes
Dar-me o alimento
Quando meu coração chora
E a Alegria demora.

Sonhei dar-te a Lua
Pois especial tu és.
Procurei somente ser tua
E me jorrei a teus pés.

Flôr do meu jardim,
Sei que vieste
Somente para mim.
Eu te abracei
Porque outra nunca houve
Porque outra nunca
...Assim Amei!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-------02/04/2011

 
At 22 de maio de 2011 às 07:25, Anonymous Anónimo said...

DESEJANDO A TI

Não fechei
A casa e o Coração
Onde Tu moravas.

Fiz a minha Oração
E não aceitei
Que já cá não estavas.

O luto do teu Amor
Nunca chegou a existir.
Sómente esse Calor
De sempre Te sentir.

No soalho estão marcadas
As pegadas por Ti choradas.
Nas paredes iluminadas
Estão as alegrias e risadas
De que foi feito o nosso Amor.

E eu e as flores da tapada
Continuamos à espera de Ti.
Porque ainda Te queremos, Amada
Porque ainda gostamos de Ti.

Eu e as nossas flores
Suspirando de Paixão
Sempre que
Embora fores,
Sempre que
Para nós voltares...

Author:Peter Lee Dolphein
Braga-Portugal-----20/05/2011

 
At 23 de julho de 2011 às 08:45, Anonymous Anónimo said...

CÍRCULOS

Não Te traí.
Doeu muito
Quando percebi
Que Te foste.

Trouxes-Te o Vento.
Do Mar, o cheiro
Desse teu corpo
Embalando o Sol
E adormecendo a Chuva.

Preciso,
Preciso muito
De Ti
E desse teu
Brilhante Dom
De muito Amar.

Vem
Vem e tira-me a Saudade
Que me magoa
Com a Ausência da tua vóz.

Desejo voltar
A ver coloridas
As nossas pegadas na areia,
Desse Mar onde nos conhecemos
E onde nos perdemos
Porque as nossas vidas se cruzaram
E foi impossível
Não Te Amar.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------24/04/2011

 
At 8 de outubro de 2011 às 17:17, Anonymous Anónimo said...

AMOR...PODER!

De onde vem
Esse teu estranho Poder
De me cativar
E demover
Do Sonho e da Ilusão,
Do Mundo querer
Conquistar e vencer
Em batalhas e guerras
Plenas de Glória, Sonho e Paixão?

Já não consigo mais
Viver Madrugadas
Em vão procurando
O Amor e a Desilusão
Desse teu Mundo
Agora nosso
Na minha mão.

Já pouco me importa
Se como ou se não durmo,
Pois Tu lanças-Te em mim
Um Feitiço da Lua
Que me faz Sonhar
E ficar cativo
De Ti
E desse teu estranho Poder
De só a Ti me prender,
De só a Ti Te Amar.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-------04/10/2011

 
At 8 de outubro de 2011 às 19:27, Anonymous Anónimo said...

HÀ TANTO TEMPO!

Anos,
Dias,
Segundos contados.

De Paixão,
De Saudade,
Que o Passado não apagou.

Ventos de Inverno
Dias,
Brilhantes de Sol
E a Verdade
Que não foi apagada.

Vem outra vez
Ao Luar
Teus cabelos no meu colo
Pousar e sonhar,
Pelas Estrelas
Espalhando suspiros.

Sabes, meu Amor
Nunca acabou,
Não terá fim,
Este Amor por Ti sentido.

Este Amor por Ti partilhado
E no meu Coração
Guardado...
Ainda Te Amo!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal
Publicado em "Jornal-Tribuna Pacense" em 7 de Outubro de 2011(página 12- secção"Tribuna Poética")

 
At 9 de outubro de 2011 às 13:14, Anonymous Anónimo said...

O texto que se segue é um "Medley" de anedotas populares engajadas entre si. Lee Dolph apenas é responsável pela sua compilação e roupagem nova com cuidada reprodução, tentando manter os traços originais das anedotas agora aqui recontadas.
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Outubro...Dia quente. Tomava café num barzito da minha zona. É curioso o que se ouve ao balcão de um bar. Dizia-se na Antiguidade:"In vino, Veritas est".
É um facto que o alcool tem um efeito desinibidor.
Tomava café, misturado com àgua, depois de adocicado a quente. Tenho duas bebidas de eleição: àgua e...café, claro.
Deixei-me absorver pelo sabor do café mas depois, sem ponta de maldade ou curiosidade "Cusca", fui obrigado a ouvir.

-Sabes João, a minha sogra é impossível de aturar. Não posso com ela nem pintada de fresco.
-Joaquim meu amigo, quanto à minha sogra só te digo uma coisa; caíu-me do Céu.
- Não me digas, é um Anjo?
-Não, caíu da vassoura.
Há-Há-Há-gargalhadas sonoras que armadilhavam outra piada que o alcool soltava.
-Olha esta João;Um ouriço-cacheiro saíu à noite. Estava escuro como breu. Na escuridão o bichito choca com um cacto bastante espinhudo. Imagina o que ele diz.
-Um palavrão, no mínimo...
-Estás enganado, apenas exclama.-"És tu mãe?"
Novas gargalhadas. Quando dei por mim já pedira outro café e outro copo de àgua gelada. Refrescante como um sonho sobre Àfrika, vou bebericando pequenos goles por minha garganta.
Nisto, surge novo diálogo.
-João, vou contar-te uma anedota.
(outra, pensei eu afinando as orelhas)
-Um Homem vai a uma florista e pede ao vendedor uma planta.
-Que tipo de planta vai desejar, senhor?Temos flores, temos plantas decorativas, de interior, de jardim, vasos...
- Pode ser uma planta de interior...
-De que género?(pergunta atento o vendedor).
-Bem, eu vou precisar de uma planta carnívora.
-Há , já estou a ver. Por acaso tenho aqui algumas chegadas esta semana da Amazónia. Estão nestes vasos. Comem insectos variados.
-É assim... não era bem deste tamanho...
-Então de que tamanho estamos a falar?(pergunta uma vez mais o funcionário, delicadamente.)
- Bem... aí de um porte maiorzinho, sei lá... digamos... práí de um metro e oitenta.
-Há, mas isso sai mais caro. Essas são enviadas directamente do Cambodja. Mas ainda que mal lhe pergunte, para que quer uma planta assim?
Bom... (responde o cliente, mal embaraçado e ligeiramente envergonhado), sabe... é que a minha sógra vai fazer anos e....
(sorrisos abafados e cumplices)
A tarde ia longa e eu paguei os dois cafés retirando-me de seguida reconfortado por não ter sogra.

Recolha de anedotas populares e estruturação de Lee Dolph.
Braga/Portugal----Outubro de 2011

 
At 31 de outubro de 2011 às 14:46, Anonymous Anónimo said...

Os cantares populares do Minho, Em Portugal existem de forma espontânea e são regularmente cantados e reproduzidos nas festas populares muitas vezes dentro do calendário religioso de Santos Padroeiros, nas chamadas Romarias. Deixo-vos de seguida, uns versos cantados nas ditas festas populares/religiosas do Nosso Minho encantador, pleno de Verde e de Fé.


"´JÁ COMI JÀ BEBI
JÁ MOLHEI MINHA GARGANTA,
EU SOU COMO O ROUXINOL,
QUANDO BEBE LOGO CANTA"

Recolha oral de Lee Dolph.

 
At 7 de dezembro de 2011 às 21:54, Anonymous Anónimo said...

PERDÃO TE PEÇO

Adormeci
Pensando em Ti
E nessa Segunda Chance
De até Ti chegar
E fazer o inadiável.

Oh Senhor,
Deus meu
E de todos os Pecadores,
Perdoa-me
Porque em Vida pequei
E na minha Soberba
Não Te ouvi.

Perdoa-me
Porque não beijei
As mãos que minhas chagas lavaram.

Perdoa-me Pai
Porque a Fé faltou
E a Oração secou
Minha garganta de Homem Frio
Que ousou
Não receber
Ousou
Não Querer
E acreditar
... Em Ti, Senhor!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-------07/12/2011

 
At 27 de dezembro de 2011 às 21:54, Anonymous Anónimo said...

BACKSTAGE LOVER

Sinto muito
Não ter estado
Na tua festa
De Aniversário
E de Fim de Ano.

Sim,
Eu estava lá
Quando recebeste
O teu diploma
Numa noite fria
De chorado Dezembro.

E no dia
Do teu casamento,
O ultimo fato cinzento,
Na ultima fila
Da Igreja iluminada...
Era eu.

No liceu
Era eu
Quem te fazia
Os testes
De Dor e Paixão,
Num desfile de namorados.

Sim,
Estou cansado...
De tantas vezes
As tuas malas levar,
De tantos Hoteis alugar
Para uma Estrela
Tão brilhante
De Rock e lantejoulas,
Nesses filmes de Hollywood.

Sim,
Cansei de sonhar
Tantas vezes
Com esse teu Beijo de despedida
Para mim voltares.

Sim,
Estou cansado
De ser
O teu Backstage Lover.


Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------27/12/2011

 
At 13 de janeiro de 2012 às 15:12, Anonymous Anónimo said...

MARIE

Directo
Do teu
Para o meu Coração,
Esse Dardo de Cupido
Me feriu
E fez sangrar
A Paixão
Em Amor tresloucado.

Lembro
A Dureza e a Ansiedade
De quando prometias
E não vinhas.

Agora, o Passado
Provou que
Não é mais possível
Negar e arredar
Esse Amor
Por mim e por ti
Em Turbilhão sentido.

Juntos na Vida,
Na Ilusão e no Amor
Vivemos
A Inveja de outros
Que acreditar
Não conseguem
Um Amor nosso
Para sempre sentido
Para sempre sonhado
E tambem partilhado
Por nós,
Aspirantes a Deuses.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------13/01/2012

 
At 14 de janeiro de 2012 às 21:12, Anonymous Anónimo said...

Esta anedota é uma anedota popular em Portugal. Não sendo possível reconhecer a sua origem ou autor, Lee Dolph tenta aqui reproduzi-la fielmente, tal como a ouviu.

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Naquele dia as coisas não estavam a correr bem.
Zéquinha levantara-se de manhã com a sensação de que o Mundo iria acabar hoje.O seu cachorro ferrou-lhe num tornozelo, entornou o leite por cima da mochila dos livros da escola e quando tentou sair para as aulas a porta estava trancada à chave. Por engano, seu pai, ao sair para o trabalho deu a volta à chave.
Estava atrasado, fazia um frio terrível e ainda tinha dez minutos a pé até à sua escola.Para infernizar ainda mais o seu dia,teria de trazer as avaliações da escola para dar conhecimento a seus pais e depois levaria as mesmas ao professor, assinadas pelos progenitores.As aulas passaram muito lentamente, tendo Zéquinha a consciência de que o fim do dia seria complicado.
Quando finalmente chegou a casa, sua mãe esperava-o ansiosa.
-Zéquinha, trouxes-te "as notas da escola"?-pergunta sua mãe.
-Sim mãe, olha...não é o fim do Mundo...mas...
-Mostra-me o papel- diz sua mãe autoritária e segue-se um silêncio sepulcral enquanto as expressões faciais da senhora se vão alterando.
Diz sua mãe:-Meu Deus, isto é horrível.
Tu tiras-te 1 a matemática.
-Bem, já é alguma coisa- diz Zéquinha encolhido.
- Alguma coisa?- vociferou a mãe. Na escala de 0 a 20? Tu és um Burro.
- E depois como é que tu tens 2 a Português?
És mesmo Burro. Burro ao quadrado.
- Mas mãe, nesse dia do teste eu estava com dores de...
-Cála-te- diz a mãe já bastante alterada.
-como é que tu tiras -0 a Inglês? Ninguem tira -0 a uma disciplina destas. Como é possível?...És muito Burro...
Zéquinha fica então absorto e ausente durante uns segundos e pergunta:" Mamâ?..."-Sim o que é agora?diz sua mãe.
-Como se chama a mãe do Burro?

A decencia e o bom senso impede-me de relatar o que se seguiu mas as palavras "Hematoma" e "lesão interna" não seriam descabidas. Aquele dia era de facto invulgar pois era o dia 13 de Janeiro de 2012.

 
At 15 de janeiro de 2012 às 20:38, Anonymous Anónimo said...

PEIXE

Avó Jandira vivia com seu neto. De parcos recursos, tentava que não faltasse nada em casa, em especial à sua mesa. Mas aqueles dias eram difíceis e a fome começava a apertar. Manoo, seu neto, estabelecera que trabalhar era um pecado mortal.
Avó Jandira comentava com ele por vezes: "A preguiça é a mãe de todos os vícios", mas Manoo fazia-se de ingénuo e disfarçava:"Pois é vó, num é?".
Então, um dia, quando as noites se tornaram grandes e de bórga, era nas manhãs que a fome falava mais alto, quando depois das nêgas das boates irem embora e quando as músicas dos cabarets já davam sono e a fome apertava, Manoo perguntou à sua avó em desespero:"Vó, oçê num tem comida em casa?"
A avó teve uma resposta desconcertante e encorajadora para ele.
"Nétinhu, oçê tem fomi?"
- Tenhu sim vó.
-Oçê gosta di peixx fritu d'ontem?
-Oh vó... é claro que eu gosto. Ondi tá ess peixx fritu d'ontem?
- Olha, eu vou dá pró cê essa caninha di pesca kéu tinha gardado pró Cê, voçê vai lá na baía e pesca uns peixinhú.
Aí tráiz ely pra casa, eu fritu e ocê amanhã comi. Tá bom assim?

&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
Esta anedota foi contada , em Luanda a Peter Lee Dolphein na sua infância por sua tia Náná.
Embora seja uma anedota tradicional Angolana, há um ditado chinês que retrata o que aqui foi dito. A saber; "Se vires um Homem com fome, não lhe dês um peixe, ensina-o a pescar".
»»««»»««
Recolha oral e escrita de Lee Dolph.

 
At 25 de fevereiro de 2012 às 18:07, Anonymous Anónimo said...

RAZÃO!

Poderia ignorar-te
Mas como uma nascente
Voltas sempre
Ao decima,rasgando o Ventre
Da Mãe Terra.

Por vezes tortuosa,
Sem dúvida Sábia
Renascendo das cinzas
E das Trevas e escuridão
Iluminas nossa existência
Pois serás sempre
A Fénix flamejante.

Sentida no Coração,
Controlando o Amor
Na Inveja e no Egoísmo,
No Ciúme e na Posse,
Dando Pão e Alimento
À Justiça e à Dor.

Dentro de nós plantada
Por Deus e Natura
Surges como inevitável,
Na sofreguidão do Existir.

Tinhas RAZÃO, Fernando...
"Pensar dói..."

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------25/02/2012

 
At 2 de março de 2012 às 21:37, Anonymous Anónimo said...

Qual o animal que no início da Vida usa 4 patas, em adulto usa duas e em velho usa 3 patas?
Díficil? Nem por isso; é o ser Humano. Em bébé gatinha, em adulto é bípede e na terceira idade usa a bengala.
«««««««««««««««««««««««««««««««««««
Recolha oral de Lee Dolph em 02/03/2012.

 
At 19 de março de 2012 às 20:47, Anonymous Anónimo said...

VEM , PAI!

Vendido
Por trinta talentos
De ouro ensaguentado
Estava Ele
Chorando e perdoando
Àqueles que
Não sabendo
O que fazendo fizeram.

No Mar navegando
Pedro se admirou
Pois as águas pisou
Dando Fé e Coragem
A Homens que peixes viram
E Homens pescaram.

Sentido Coração
Transformado no Cordeiro
Da nossa Redenção.

Palavras não fazem Perdão.
Amor e chagas
Abertas e lavadas
Florescem o querer e a Emoção
De Abençoar,
De Perdoar e Acreditar.

Pai,
Vem...
Que a Tua hora já chegou.
Pai,
Vem...
Pois agora mais que nunca
De Ti precisamos
Neste Mundo enlouquecido
Por metal de Vermelho manchado.

Precisamos de Ti, Pai
Pois este é o momento
Em que só a nossa Fé restou
Agora que a Fome,
Agora que a Tempestade
Vem e destrói.
Volta por favor.
Perdoa-nos e faz de nós
Teu instrumento
De Páz e Redenção
Porque não mais
È possível aguentar
Porque não mais
È possível
Sem Ti viver.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----------19/03/2012

 
At 29 de março de 2012 às 20:29, Anonymous Anónimo said...

CANTANDO!


Ainda não acabou
Esta sede de Te beber
A mão que Te afagou
No sonho de Te conhecer.

Caminho por aí
Em tua direcção
Com Amor no coração
Procurando a Razão
Porque um dia caí
Em teus braços ardentes
De Sonhos loucos e carentes.

Anda, Vestuto Amor,
Vem amada sedução
Provar essa Emoção
Provar esse unico Calor,
Esse unico Amor.

Ainda não chegou
A hora de partir,
A hora de acabar
Porque para existir
Tenho de continuar
A Amar e a Sonhar
Esse Sonho
Que só é possível
Se me deixares Amar!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------29/03/2012

 
At 9 de maio de 2012 às 20:59, Anonymous Anónimo said...

CAVALEIRO


Sim,
Soube que o querias
Em aconchego confessar
Que me Amas.

Vi,
Que era Verdade
Esse teu Sentimento
Em lágrimas
Lavado e apascentado
Como uma ovelha
Tresmalhada e Sofredora.

Hoje,
É a Noite em que
Poderás dar e Sentir
Essa tortuosa Sensação,
Essa dorida Paixão
Em teu corpo sedento
Por um carinho meu.

Poderás vir, então
De Coração aberto
E sem Armadura
Pois esta Noite jurei
Ser para sempre
O teu Brilhante
E Poderoso Cavaleiro
Que te espera
Para Te Amar.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-------------09/05/2012

 
At 12 de maio de 2012 às 21:33, Anonymous Anónimo said...

TWICE

Entrelançado,
Nessas tuas memórias.
Enamorado
Dessas tuas Saudades,
Suspiro e lembro.

Afogueado
Nesse teu Ciúme
E Chorado
Nesse teu azedume.

Lembrar-te
É querer
Desejando
Não te perder.

Folha caída
Em Invernoso Amor
Mulher traída
Sofrendo em Ardor.

Queria não estar lá
Queria não ter vivido
Esse dia não acontecido
De dizer Oxalá,
Oxalá, nunca te ter perdido
...Ainda espero...
Por ti!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------------11/05/2012

 
At 20 de maio de 2012 às 16:58, Anonymous Anónimo said...

OUTRA VEZ!

Surpreso
Por te ver ainda
No meu quente Coração.

Satisfeito
Por Sentir outra vez
O teu adorado perfume
Na minha almofada.

Chorando
Quando te vejo
Tão longe
De mim fugindo.

Não suportaria
Perder-te outra vez.
Não aguentaria, outra vez
Esse não enraivecido
Por ciúme e Mágoa
Por mim provocados.

Mas agora
Não é tempo de Chorar,
Agora não é tempo de Saudade
Pois uma vez mais
Voltas-te
E eu estou aqui
Para te receber,
Para te Amar.

Author: Peter Lee Dolphein.
Braga/Portugal-------19/05/2012

 
At 21 de maio de 2012 às 21:01, Anonymous Anónimo said...

E SE...

E se,
Tu lá não estiveres
Quando o meu coração
Doer de Saudades
De ti
E desse teu olhar?

E se,
O Amor
Me doer e magoar
Sabendo que é a ti
A quem eu quero
Para sempre Amar?

E se,
O pôr-do-Sol
Teimar em não vir
E as Estrelas não quiserem
Brilhar
Nos teus olhos
De maresia chorada?

E se,
Não fôr Verdade
Que de mim precisas
E que de mim
Apenas a memória fica
Presa ao lenço
Do teu adeus?

São muitas as dúvidas
Mas apenas uma Verdade
Desejada e querida.

O Sonho
Que amanhã
Ainda me queiras
Ainda me desejes
E beijes
Pois doutra forma
Não poderei existir.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----21/05/2012

 
At 8 de julho de 2012 às 20:50, Anonymous Anónimo said...

DE VEZ EM QUANDO


E então?
Conseguis-te aquele emprego?
Já tens filhos?

Onde estavas Tu
Quando a Solidão
Me visitou amarga?

E esse Amor?
Ainda é o Primeiro?
Quem Ama cuida
E Tu sempre foste
Cuidadoso e terno.

Mas agora
Vejo mais de perto
Essas rugas no teu olhar,
Essas marcas
No teu Coração ensaguentado
E as tuas mãos cansadas.

Estamos Tristes?
Não!
Estamos cansados?
Não.
Mais Velhos
Mas com uma Vontade Louca
De Amar e continuar.
Talvez um pouco mais Sábios...

Meu Deus,
Como nos faz bem
Olhar no Espelho
De vez em quando.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------06/07/2012

 
At 12 de julho de 2012 às 20:54, Anonymous Anónimo said...

TU

Se chorares
Eu estarei lá.
Se sorrires,
Viverei na tua memória.

Sim,
Sabemos ambos
O que é nosso,
O que ninguem
Jamais nos poderá tirar
Porque o que vivemos
É mais intenso
Que a Inveja
Desse outro lado
Desse outro Ser.

Estarei lá
Quando tentares dormir
Quando o Mundo
Te disser Não,
Mas não conseguir
Apagar e esquecer
Esse nosso Impossível
Mas inólvidável
Amor!...

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------12/07/2012

 
At 19 de julho de 2012 às 14:48, Anonymous Anónimo said...

AMANDO!


Queria
Dizer-te que
Sinto a tua falta.

Queria,
Tanto,
Sentir o teu olhar
Uma vez mais
E sentir
Que ainda me queres.

Será possível
Partir
Sem ficar?

Será possível
Amar
E não sofrer assim,
Sabendo que
Ainda não terminou
A nossa História?

Dei voltas
Ao meu Pensar,
Questionei o meu Amar
E no fim de tudo
Só encontro
O teu nome
Gravado a Fogo
No meu Coração,
Na minha Alma
Que suspira
Em vão,
Tentando esquecer
O que não pode
Nunca ser esquecido...
Tu!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------18/07/2012

 
At 27 de julho de 2012 às 20:34, Anonymous Anónimo said...

CAMPO DE LUTA!

Esse Vento
Que teu perfume tráz,
Esse Sol
Que meu Coração queima
Sente o Frio
Quando a Noite vem
E gela a Lua
Desse teu Olhar
Que me toca e aquece,
Mas que sente
A falta e o Calor
Do teu Amor
Temperado com Ciúme
E de Dor
Feito até a exaustão,
Porque eu não escolhi,
Porque eu fui escolhido
Neste Titânico combate
Que minha Alma abate
Fazendo de mim
Mais uma baixa casual
Nessa Batalha
A que chamamos Amor!


Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal----------27/07/2012

 
At 14 de agosto de 2012 às 16:32, Anonymous Anónimo said...

Nós Dois!


Era minha
Essa Fé
E esse Acreditar.

Era Dor
E Sonho de Esperança
Esse Existir,
Até tu apareceres
E acordares em mim
O Vazio
Em que meu Coração vivia.

Não é mais Segredo
Que sofrer sózinho
É inglório
E o Silencio
Tem mais Poder
Quando falado a Dois.

E é Verdade
Que a Lua a teu lado
Tem outro Perfume
E faz de mim
Outra vez
Cavaleiro de Ouro
Em alado Azul corcel
Cavalgando o Amor
Que agora
É meu e teu.
-Quero-te!


Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------13/08/2012

 
At 14 de agosto de 2012 às 16:45, Anonymous Anónimo said...

Olhos do Minho


Tirei um bilhete
Naquele cinema
Onde te encontrei,
Onde te sentas-te
A meu lado sorrindo.

No Bom-Jesus
Levei-te no meu barco
E aquele
Sorvete de Morango
Na Avenida,
Fez tuas e minhas delícias.

Trazer ao Vento
Teus cabelos
Em meus ombros cansados
E sentindo o Calor
Da Praia
Por nós enlouquecida,
Fizeram de mim
Teu Guerreiro encantado.

Naquela Noite
De Agosto abrasador,
O tempo parou
E o Amor falou mais alto
E Michele fez-se Mulher,
Tambem, em meus braços.

Agora em Setembro
Sinto o teu Perfume,
Lembro o som
Do teu sorrir
E espero que Paris
Não te faça esquecer
Que o Português sabe bem
Ouvir e falar,
Sabe bem, ousar Amar
E lembrar outra vez
Esse Verde Esperançoso
Do meu Amor
No Verde
Dos teus olhos.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------13/08/2012

 
At 9 de setembro de 2012 às 20:48, Anonymous Anónimo said...

HONOR

Não,
Não é por ser Outono,
Essas folhas que caem.

Não,
Não é simples
Esse Frio que se entranha
Nunca estranhando
Este Silencio
Que a Alma regela.

Falta,
Esse Calor da tua vóz,
Esse brilho do teu sorriso
E esse Perfume
De tuas mãos
Mágicas e Doces.

Sim,
Talvez a Saudade pura
Ou o som do teu andar
No meu quarto
Em Madrugadas inquietas.

Aquela Musica
Na Rádio
Dizendo que não
Que não é acaso
Mas sim Destino
Porque Tu partis-Te
E eu Te libertei.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-----09/09/2012

 
At 13 de novembro de 2012 às 13:49, Anonymous Anónimo said...

OUVINDO

Diz-me
O que quiseres
Com Calor ou frieza.

Diz-me que
Me queres tocar
Com essas tuas mãos
Doces e Ternas,
Com essa tua vóz Forte
E Silenciosamente quente.

Diz-me tambem
O que não gostas,
O meu ar ausente,
O meu querer Ardente
E aquele livro
Que deixei aberto na sala,
A minha roupa pelo chão
Que arrumas aborrecida.

Lá no fundo
O que gostas e não gostas
Neste homem
Por Ti entontecido
E não te esqueças
tambem de me dizer
Que apesar de tudo
Ès Tu quem me Amas.

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------01/11/2012

 
At 13 de novembro de 2012 às 13:55, Anonymous Anónimo said...

SÓMENTE TU!


Saberia
Desde logo
Se mentir ousasses
Sobre esse
Nosso Louco Amor.

Duvidaria
Com Incerteza e Ansiedade
Se tudo fizesses
Para tudo negar
O que o nosso Amor
Com Sofrimento construiu.

E deixa-me
Que Te diga
Com toda a Certeza
Que estou de acordo
Quando me dizes
Sussurrando afável
Que não poderei ser
De uma outra qualquer,
Que nunca poderei Viver
Com outro Amor Qualquer
A não ser
Com este Delicioso Karma,
Com este Fatal Destino
Que é o de Amar
Sem Limites
Alguem...como Tu!


Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal------01/11/2012

 
At 8 de janeiro de 2013 às 13:13, Anonymous Anónimo said...

Depois...Filha!

Depois do teu perfume
Nos meus livros abertos,
Depois,
Muito depois
De Madrugadas prazeirosas,
De Sonhos Aquosos
E promessas juradas,
Vies-Te Tu.

Vies-Te Tu
Em Brumas envolta,
De Brilhos de Amor
Querendo perguntar
E Saber
Se era Verdade
O que o Vento contava,
O que a Lua sentia
E o que o Sol sabia
Quando minha mão
Na tua sofregou
Procurando
Por esse Calor
Que de Ti brilhava
Comigo se misturando
E fazendo
Essa Magia Incrível
A que chamamos
Filha.

A que sempre nos seduziu
Pois de Amor
Feita foi,
De Amor vivida
Para Ti,
Para mim...
Para Nós!

Author: Peter Lee Dolphein
Braga/Portugal-------07/01/2013

 

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